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Novembro Azul – Mês de prevenção ao Câncer de Próstata

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A mais recente estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), indica que o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens. Corresponde a 13,5% de todos os cânceres do mundo, acometendo principalmente os homens a partir dos 50 anos de idade, sendo a idade o principal fator de risco.  Segundo estudos do INCA – Instituto Nacional do Câncer, a estimativa de novos casos para o câncer de próstata está em torno de 65.840 para 2020.

O aumento da incidência está relacionado ao aumento da expectativa de vida da população, a procura pela especialidade de urologia e consequentemente, pelo exame de PSA – antígeno específico prostático em decorrência das consultas médicas.

O surgimento do câncer pode ter diversas causas, tanto internas, que não podemos mudar, quanto externas, em que certamente podemos e devemos intervir. Ainda de acordo com o INCA, os fatores externos influenciam entre 80% a 90% na alteração da estrutura genética celular.

Para as causas internas temos as mutações genéticas como a habilidade do sistema imunológico de nos defender, as variações hormonais e a idade. Já as causas externas temos os hábitos de vida, alimentação, exposição a agentes químicos, entre outros.

Assim, identificar os fatores de risco é fundamental para a prevenção da doença bem como a realização dos exames preventivos.

Em tumores mais volumosos, o câncer de próstata pode ocasionar dificuldade para urinar, ardor e jato urinário fraco, acordar a noite várias vezes para urinar, apresentar gotejamento de urina após completar a micção e, mais raramente, dor e presença de sangue na urina e no esperma.

 

Diagnóstico

O toque retal, ou toque digital é o exame físico anal para avaliar a glândula em busca de alterações, como nódulos (caroços), partes endurecidas ou aumento de tamanho.

A dosagem do antígeno prostático específico (PSA) é uma proteína produzida normalmente pela próstata e ao identificar alteração no valor inicia-se a investigação desse aumento.

Outros exames complementares ao diagnóstico do câncer de próstata, além da biópsia transretal com ultrassom são a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a cintilografia óssea.

O sistema de Gleason é uma classificação informativa sobre a provável taxa de crescimento do tumor e a possibilidade de disseminação. Nesse score, as lesões bem moderadamente e pouco diferenciadas são graduadas de um a cinco, conforme o padrão encontrado denotando maior ou menor agressividade do tumor.

 

Estágios e tratamentos:

O câncer de próstata pode ser dividido em estágios e consequentemente o tratamento mais apropriado para cada fase:

  • Estágio I: assintomático, apresenta tamanho pequeno, baixa agressividade, restrito à próstata.

    • Tratamento: cirurgia de remoção da próstata, radioterapia interna ou externa e observação;

  • Estágio II: também está restrito à próstata, mas é um tumor maior, causa mais sintomas e tem mais chances de se disseminar.

    • Tratamento: cirurgia de remoção da próstata, radioterapia interna ou externa e observação;

  • Estágio III: atinge tecidos vizinhos, como vesículas seminais, reto e bexiga, maior chance de voltar depois do tratamento (recidiva).

    • Tratamento: Cirurgia de remoção da próstata com ou sem remoção dos linfonodos, associada ou não à radioterapia e/ou terapia hormonal.

  • Estágio IV: tumores de próstata que se disseminaram para regiões próximas, como os linfonodos, ou distantes, originando metástase em ossos, pulmão e fígado. Pode ser tratado para oferecer maior qualidade de vida para o paciente.

    • Tratamento: cirurgia paliativa, terapia hormonal e quimioterapia e/ou radioterapia, tratamento para metástases ósseas.

 

Prevenção 

Todo homem deve fazer o controle anualmente como medida preventiva a partir dos 45 anos; controle anual acima de 40 anos se houver casos na família, pai ou irmão.

Praticar atividade física regularmente, manter alimentação saudável e manutenção do peso ao longo da vida, reduzir o consumo de bebida alcoólica e não fumar.

Alimentos que contém licopenos – pigmento avermelhado presente no tomate, melancia e rabanete, podem colaborar para a prevenção do câncer de próstata.

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